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RVS em Marrakesh

15 fevereiro 2016,   By ,   0 Comentários

Winston Churchill certa vez disse que Marrakesh era a cidade perfeita para apreciar o entardecer. E ele tinha razão.

Fui tomada por um amor inesperado por uma cidade elegante, cosmopolita e colorida no norte da África. Ir ao Marrocos até então era para mim embarcar em uma aventura. Não conseguia separar este país à minha ida ao Butão, por exemplo. Ambos países longínquos, com culturas diferentes, gastronomia desconhecidas e idiomas incompreensíveis.

Eis que desembarquei em uma cidade que está anos luz destes meus preconceitos. Comecei minha história de amor com toques mouros, sotaque francês e aroma de chá de menta.

Marrakesh é sofisticada e basta. Uma cidade linda, limpa e marrom. Com um povo animado, restaurantes bacanas e gente transada. A cidade é terra cota, plana e os prédios baixos. Os segredos estão em cada esquina. Ao contrário das cidades cosmopolitas cheias de outdoors e muito vidro, que estamos acostumados, tudo lá é menos. É preciso se render aos encantos da cidade, se perder no souk e se permitir caminhar pelas vielas para então descobrir os segredos que ela esconde. São palacetes atrás de portinhas com tinta descascada. Uma gastronomia rica em especiarias e sabores agridoce. E chá, muito chá de menta.

Esta cidade imperial, no pé dos Atlas, embalada ao som das preces diárias é um sonho. São cores, texturas diversas e um céu com uma paleta alucinante, como diria Churchill : “Paris do Sahara”. Um encanto e uma viagem absolutamente surpreendente, onde camelos e sofisticação se encontram e coexistem.

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