Design Archives | By The Eyewear
Lapima: Shaped in Brazil

Já ouviu falar da Lapima?

Lapima é um emaranhado de coisas, de texturas, de estilos, de estudos, mas mais que tudo, é um óculos inusitado. Então, se você ainda não ouviu falar nesta marca, bebê, você está perdendo tempo!

Ouso dizer que desde o época áurea das marcas esportivas (leia-se Evoke ), o Brasil não via tanto investimento e ousadia em design nacional. Lapima não é convencional e não quer seguir tendência, até porque sabemos que quem faz a tendência somos nós, não é mesmo?

Os designers por trás da marca passaram alguns anos estudando a moda e o mercado de óculos e concluíram que há espaço e desejo por aquilo que é de fato diferente. Este novo panorama propõe uma relação mais pessoal com marcas que abrem espaço ao diálogo com os usuários. Foi-se a era dos logos exagerados, da moda de mão única e das ditas tendências vindas das semanas de moda. O bacana hoje é montar sua moda, partido de peças que como a Lapima são produzidas com cuidado, em pequena tiragem e que não envelhecem jamais.

 

Óculos de sol feminino, Oliva, Lapima

Olivia

Óculos de sol feminino, Darcy 2, Lapima

Darcy 2

Os óculos partem do conceito de volume esculpido, sim, esculpiram a primeira coleção de óculos, completamente feita à mão, em solo nacional. O resultado é pura arte. Os óculos têm brilho, volume (note que a lente fica protegida dentro do acetato, da mesma maneira que nossos olhos se encaixam no crânio), textura e fluidez. As cores são uniformes, os exageros foram apagados. Os shapes, absolutamente orgânicos e femininos.

Com vibe vintage e um exagero minimal Lapima traz ao mercado uma coleção sólida, interessante e usável. Você que adora novidades e está cansado de mais de mesmo deve olhar (com muito amor) para esta marca.

Óculos de sol feminino, Carlota Petit, Lapima

Carlota Petit Azul

 

 

Thom Browne eyewear 2017

Thom Browne fez mais um happening durante a semana de moda de NY. Desta vez ele trouxe a vibração de Palm Beach dos anos 60 para Manhattan, e o fez em grande estilo, no melhor clima: sonho de um dia de verão, em pleno Chelsea.

De acordo com uma entrevista publicada no site WWD, Browne queria criar uma atmosfera: “Slim-Aarons-encontra-David-Hockney-encontra-fun-pool-party”, referenciando o mood lânguido capturado por Aarons em suas famosas fotos em Palm Beach.

Esta foi a pool party mas plástica, geométrica e milimétricamente calculada que já existiu. Não houve nenhum respingo ou fios fora do lugar. Os biquínis, eram obviamente de cashmere, afinal, why not? Trompe l’oeil foi literalmente trabalhado em todas as peças. O que à primeira vista pareciam ser saias, camisas, ternos e casacos divinamente sobrepostos, revelaram-se peças únicas, bordadas com todo efeito e precisão de um mestre do ilusionismo.

O que nos leva ao óculos de sol: Um show dentro do show.

Todas as modelos (sim, todas) entraram de óculos e enquanto despiam as demais peças para revelar camadas e subcamadas, os óculos permaneceram deslumbrantes em seus rostos. Os modelos foram desenhados especificamente para este desfile, e trouxeram a maestria técnica de Thom Browne, conhecido por trabalhar muito bem metais e lentes base zero, à cena.

Se as roupas eram românticas e tinham aquele apelo vintage, as armações eram inusitadas e bem vanguardistas. As lentes todas espelhadas, e a brincadeira maior se deu nos recortes, e apliques tanto nas frentes como nas hastes que referenciavam diretamente elementos do oceano, como: peixes, baleias, âncoras, e boias. Pura diversão!

Bravo!

pq by Ron Arad

Os óculos do pq by Ron Arad são uma maravilhosa obra de arte que mistura arquitetura, impressão 3D, design e uma extra dose de irreverência.

As melhores óticas de NY Parte 2

Voltei de mais uma temporada em NYC, desta vez literalmente vasculhando o que a cidade tem de melhor no quesito eyewear, e como de costume preciso atualizar nosso guide, com as lojas que você não pode deixar de conhecer.

Punto Ottico Humaneyes

Uma vitrine tímida no Upper East esconde segredos dignos de uma galeria de arte. A loja é intimista, a exposição dos produtos é cuidadosamente pensada e super bem ilumiados como em uma galeria. Tudo separado por COR! Também, pudera, as peças que lá estão não são nada menos que peças esculturais. O foco está nas marcas independentes, e em novas apostas. Por lá encontramos, por exemplo: Vava, Jacques Durand, Masahiro Maruyama, Theo, Veronika Wildgruber , dentre alguns outros selecionados a dedo. O atendimento é impecável. Sem pressa, sem baboseiras de formato de rosto e sem usar a palavra “tendência”!

Three Monkeys Eyewear

Super descolada esta loja no Soho foi um achado surpreendente. As peças são bem trendy, e a seleção é enorme. O mais bacana é que tudo fica organizado por shape!!! As marcas que forram as paredes são, por exemplo: 40 million, Komono, Super, Toms e a própria 3 Monkeys. Os valores também são bárbaros, sem contar que fica em uma rua deliciosa.

ArtSee

São dois endereços, um em NYC e um em Miami. A loja já virou sinônimo de bom gosto e exclusividade dentre os #SpecsAddicts. O select vai de LA Eyeworks a Oliver Goldsmith vintage passando por Kirk & Kirk e Blake Kuwahara. São poucas peças, todas super atuais e muitas delas especiais ou numeradas. O atendimento é sublime. Incido esta loja para quem quer uma peça específica e não consegue encontrar ou para quem está em dúvida e quer ver além. Julio vai te ajudar!

Anne Et Valentin 

Adoro entrar nas lojas da Anne et Valentin. Pouquíssimos produtos expostos e atendimento excepcional. Só após um bate papo é que o vendedor começa a mostrar as peças que se encaixam no seu desejo, ou na sua personalidade. Mas não pense que virão aviadores ou pantos. O mix de mercadorias é bem diversificado, com muitos shapes inusitados, metais, acetatos e coes vibrantes. Além de várias peças Anne et Valentin, as lojas também vendem Jean Philippe Joly, Kuboraum, Jacques Marie Mage e Theo.

Hapter Eyewear

“Feche os olhos, e veja o mundo” Eric Balzan e Mirko Forti, fundadores.

Hapter significa reconhecimento do entorno pela percepção. Os óculos produzidos são absolutamente sensoriais e vão na contra mão dos excessos, do barulho e da necessidade de gritar mais que seus concorrentes.

Foi em 2009 durante uma escalada corriqueira nos arredores de Belluno que os fundadores encontraram um par de Goggles da 2a Guerra Mundial, intacto. Este achado arqueológico despertou nos rapazes, alpinistas nas horas vagas e amantes de design, o desejo de resgatar a funcionalidade e a simplicidade desta peça que fora essencial em uma zona militar, tal qual é os Dolomites.

Foram três anos de pesquisa histórica e tecnológica para chegar aos óculos que hoje são reconhecidos de longe por qualquer specsaddict.

Cada óculos é composto por uma peça única de aço cirúrgico recoberto por uma camada finíssima de tecido. Tecido este desenvolvido a quatro mãos na fábrica da Cerutti partindo dos arquivos dos uniformes militares dos anos 20 e 40. As cores e as tramas são as mesmas daquele período. Os óculos não têm nenhum parafuso, são extremamente resistentes e flexíveis.

O processo de produção é guardado a sete chaves. Cada etapa é realizada em uma fábrica e bem como a Coca Cola, apenas os fundadores têm a receita completa.

Com design mininal, e funcionalidade evidente, Hapter propõe uma maneira nova de enxergar o mundo, de dentro para fora, sem pirotecnias, com cores provenientes da natureza, resgatando a história e o estilo de vida dos que lutaram no fronte há décadas.

A primeira vez que vi a marca no Silmo, fiquei espantada. Ao contrário dos vizinhos que traziam estandes abertos e claros, o stand da Hapter parecia um refúgio em algum pico nevado. O café era servido em canecas de metal, todos os móveis e paredes eram de malha de aço, o marrom prevalecia e os fundadores e parceiros que lá estavam vestiam macacões e botas como se fossem de lá para a montanha buscar abrigo. Pensei na hora, que coisa mais diferente e pesada, e não nego, masculina. Fui chegado perto e me despi de todos estes preconceitos.

As peças não têm gênero, não têm estação, simplesmente existem. São aquilo que se propões ser: um respiro em meio ao coas urbano. São leves e práticas como a vida na montanha há de ser. Os óculos vestem como uma pluma. E são curiosos de ver e de tocar. Estou tão acostumada ao toque do acetato que me vi correndo os dedos pelas hastes por minutos sentindo a trama do tecido.

Me envolvi com a história e como acredito que sempre deve ser com os óculos, aos poucos me deixei levar, e me permiti ver o mundo a partir daquela perspectiva de quem vê tudo de cima do pico nevado.

A marca vem explorando cada vez mais o legado montanhoso e as pegadas que deixamos nas montanhas. E no Mido lançaram o modelo RBBR001, que traz nas hastes o patern do asfalto do topo das montanhas, e lentes amarelas que são ótimas para aumentar o contraste entre os elementos. O design bem como o processo de produção prestam homenagem aos que vivem ou viveram na natureza.

Mesmo que você não tenha o privilégio de morar na natureza, como é meu caso, traga o Hapter para o ambiente urbano. Ele vai se adaptar e vai chamar atenção. É um design simples, mas extremamente tecnológico e tem um acabamento curioso que pouco se vê por aí. Se não disto te convencer, garanto que terá um bom papo no bar com os amigos.

Criativos em pequena escala: Ybirá

Criativos em pequena escala: o futuro do design no Brasil

O Brasil tem sido palco para a produção vinda de pequenos e jovens produtores que estão rompendo com o status quo do mercado e trilhando seu próprio caminho, no qual qualidade e localidade predominam sobre quantidade e internacionalização.

O mercado de óculos em especial tem percebido tal movimento com o aumento exponencial de marcas independentes que buscam atender consumidores com estilos próprios que não precisam mais se associar a marcas e nomes comerciais. São pessoas que se enxergam em marcas pouco exploradas, e que visam consumir produtos inusitados, com história, DNA próprio e é claro, qualidade.

Tendo em vista o poder do pequeno produtor em um mundo assolado por commodities e falsas propagandas, buscamos criar um diálogo entre duas marcas jovens que estão no apogeu deste novo mercado. A 80e8 é um estúdio de design criado por dois audaciosos designers que produzem móveis funcionais e confortáveis através da manipulação de materiais reciclados, inesperados, e ao alcance deles. Das raízes do tupi-guarani, surgiu a Ybirá, tradução para madeira no dialeto indígena. Ybirá é uma marca jovem no mercado de óculos, criada em Minas Gerais por um trio que acredita que há muito brasilianismo a ser impresso nas armações e nos rostos da pessoas. Com isto em mente passaram a produzir óculos usando madeiras brasileiras de certificação.

Assim como o índio respeita a natureza e com ela desenvolve uma relação e um sustento, a Ybirá existe sobre este mesmo alicerce: levar a natureza brasileira ao mercado ótico sem causar danos por onde passa. Além do quê todos os modelos são batizados com nomes vindos do idioma Tupi Guarani. Nenhum produto sintético é usando no processo de produção das peças. Cheia de estilo, a marca mineira não para de conquistar consumidores modernos e ousados.

Devido ao fato do trabalho desses designers ser manual, as possibilidades de experimentação em termos de materiais e processos criativos são infinitas. Através dos olhos destes jovens estamos testemunhando um retorno ao artesanato e um interesse crescente na versatilidade de materiais e técnicas de manipulação.

Graças à ousadia desta geração que quer menos do mesmo, podemos olhar com frescor ao mercado de bens de consumo e imaginar um futuro mais original e livre.

Detalhes

Olhar: Tatiana Viana

Direção de arte: Iza Dezon

Contraste: Tin Tin

Texto: Iza Dezon

Agradecimento híper especial

Antônia Almeida e Fabio Esteves do 80e8

Cassia Crepaldi da Ybirá

Kaleidoscope

Os óculos devem te fazer sentir como se você tivesse crescido 40 cm. É isso. Uma ferramenta que te empodera, que enaltece sua personalidade e enquadra sua expressão. Molduras descortinadas para a janela da alma.

Poético? Sim. Mas absolutamente real. E é sobre este etos que o casal Jason e Karen Kirk fundaram a Kirk & Kirk.

Jason é a terceira geração que trabalha com design e produção de óculos na Inglaterra. Os avós e tios dele ficaram conhecidos por usar nos anos 20 e 30 propagandas chamativas para promover o uso de óculos. A melhor lia: porque franzir quando você pode simplesmente sorrir?

Manuseio, materiais, design, tudo isto sempre esteve presente nas mesas de jantar, e nos rostos da família Kirk. No entanto, marca mãe, Kirk Brothers, não ganhou tanta notoriedade no mercado ótico quanto a contemporânea, Ray Ban. A grande sacada dos Kirks se deu nos anos 90. O casal percebeu que o mercado estava assolado por peças com pouca diferenciação entre si, muito gato por lebre, e pouco espaço para se expressar. Eis que surgiu a Kirk & Kirk, uma versão ‘pimped’ da Kirk Brothers.

Os designers vêm conquistando seu espaço pouco a pouco. Dentre os clientes estão predominantemente pessoas que enxergam (literalmente) a qualidade artesanal das peças da marca. Tudo é feito à mão na França. O material de predileção é o acrílico (italiano) e não acetato que é normalmente usado para produzir armações. As formas são quadradas e retangulares com recortes bem sutis. Nada é grosseiro ou ousado demais. A beleza é minimal e silenciosa.

Kirk & Kirk é a única marca que tem tecnologia para manusear o acrílico. O que isto significa é que nós, amantes dos óculos, temos acesso a peças mais leves, que não deformam com o calor, e uma paleta de cor mais suave que as entregues pelos fabricantes que usam acetato.

A cereja do bolo? O polimento faz a peça final parecer vidro! Imagine a delicadeza de usar uma armação de vidro com um toque de coloração advinda de uma loja de balas infantis? Pense no toque e na frieza do gelo, e da delícia das balas, da jovialidade das cores, da ousadia da combinação. Pensou? Desejou? Sonhou? Existe! A coleção Caleidoscópio da marca é isto mesmo, uma viagem ao subconsciente, um convite a flertar com cores, ousar com color blocks e se deixar envolver por esta gama de tons fluidos e leves.

 People often say you can tell a person by their shoes, well it’s the same with glasses_Jason Kirk

Eye to Eye com Fabrizio Rollo

Existia um momento em que eu estava atrás de um óculos para me esconder ou fazer um tipo, e hoje este tipo não existe mais, porque eu realmente preciso dos óculos, e eles fazem parte de mim como se eu os tivesse usado a vida inteira.

Detalhes

Personagem: Fabrizio Rollo

Olhar: Tatiana Viana

Kuboraum eyewear

Você é livre para escolher

Arrisco dizer que Kuboraum não é uma marca; é uma afirmação, ou melhor, um manifesto. O que eles produzem não são óculos, são máscaras cuidadosamente pensadas para delinear a personalidade e o caráter do usuário. Máscaras tão fortes que são capazes de mudar a percepção de si. Cada peça dá ao usuário a oportunidade de se olhar no espelho e ter um sentimento de evolução e de autenticidade. Os desenhos visam nos lembrar do poder dos extintos Maias e os antigos Samurais, mas ao mesmo tempo sugerem um cenário futurista, elementos que podem ser resquício de uma viagem pelo tempo e pelo espaço.

As Máscaras Kuboraum são sinônimo de acentuação, proteção e abrigo. Kuboraum são como pequenas salas cúbicas, espaços particulares onde buscamos abrigo do mundo, e de nós mesmos, mas também onde somos livres para viver nossa intimidade, e nos permite filtrar o mundo através de suas lentes.

Os óculos pertencem a uma categoria própria, misturando escultura e arte, onde todas as peças fazem jus ao slogan: Máscaras imaginadas em Berlim e feitas à mão na Itália. A geometria, o passado duro e seco da cidade são traduzidos nas linhas dos óculos. Isto resume sua essência: extrema qualidade e know-how da produção italiana, alinhada à experimentação inspirada pela efervescência cultural de Berlim.

O conceito por trás das máscaras sem logo é permitir espaço para que o usuário possa explorar sua própria personalidade. Seguindo no tema da descoberta, a marca optou por usar pessoas reais em toda a sua comunicação como meio de documentar o atual cenário global, que é sinônimo de Berlin, e deixar claro que há uma máscara para cada tamanho de personalidade.

Fiquei super curiosa em ver as peças de perto. No Brasil ainda não há representantes. Encontrei algumas peças na Itália e me decepcionei bastante. O conceito e a história são deslumbrantes (verdadeira propaganda), mas nas mãos as peças são grosseiras e pesadas.

Cada óculos recebe um acabamento diferente, e poucas têm acabamento com brilho ou superfícies lisas. A maior parte das máscaras tem aspecto de protótipo ainda em fase de produção. A superfície é áspera, opaca e imperfeita. Quase todos os óculos são pretos, salvo alguns, poucos, em tartaruga marrom escuro. No meu rosto os modelos ficaram desproporcionais, pesados e, por mais que eu adore me diferenciar, estes desenhos não enalteceram nada de bom.

A Kuboraum lançou faz pouco tempo uma linha com fios de ouro 18K. O resultado é interessante. O ouro e o acetato sobrepostos lembram jóias tribais, com pequenos elementos de delicadeza. São peças bonitas, bem diferentes, mas caras demais para a proposta, na minha opinião.

Veneza através das lentes de Dzmitry Samal

Intersection 01

Desbravando Veneza de maneira magnífica: com o Intersection 01 Ocean Blue do Dzmitry Samal. O dia foi dedicado a ver a cidade através destas lentes cinza dégradée com armação que mistura elementos futuristas com curvas retrô. É tanta informação em um óculos só que vale abrir um parentes aqui e explicar quem é a metamorfose por trás do Samal Design, ainda pouco conhecido.

Tudo indica que este semi anonimato mudará em breve. Samal acabou de ser indicado na categoria design como um dos cinco favoritos ao Silmo D’Or, o equivalente ao Oscar para nosso setor.

Nascido na Bielorrússia, Dzmitry Samal começou a carreira como designer de automóveis, mas viu que havia pouco espaço para experimentação e ousadia neste projetos, todos caros e demorados. Migrou para Paris, onde se envolveu com design de objetos. O marco foi a concepção e comercialização do primeiro relógio de pulso feito em concreto. O próximo passo foi a produção de uma linha de óculos experimental que dialogasse com o excesso de informação e tecnologia que atualmente nos assola, resultando na linha 5DPI, composta por peças que parecem pixeladas e saídas da tela de um videogame qualquer.

Todos os seus designs são resultado de inspiração multidisciplinar que olha para a art deco, o construtivismo urbano, os games dos anos 80 e o fascínio com o futuro e a informação. A base das coleções está no conceito de “Futurismo neo-retrô”, nas palavras do próprio designer.

O resultado é um produto genuíno, criativo e diferente de qualquer outro. Temos como objetivo desenvolver peças que façam as pessoas se sentir bem. Queremos colocar um sorriso no rosto de todos os nossos clientes, sem qualquer limitação de idade, sexo ou origem.


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