óculos de grau Archives | By The Eyewear
Como usar óculos preto

Os óculos são ponto de partida, não são a chegada.

Stepper SI-20058 F900

SI-20058 F900

Desde a primeira vez que optei por usar um óculos com personalidade eu percebi que aquela peça me abrira diversos caminhos. Cada óculos conta uma história, cada um permite uma composição de look, a criação de um personagem, de uma fantasia. Os óculos são acima de qualquer coisa uma acessório forte com o poder de contar muito sobre você.

Sabendo que muitas mulheres ainda têm medo de usar óculos resolvi fazer uma série de posts com a Stepper Eyewear para provar que um mesmo look, com diferentes óculos e muitos acessórios ganha caras completamente novas e inesperadas.

Os óculos não são aparelho fixo. São um acessório bacana que queremos mostrar ao mundo. Não são uma máscara atrás da qual devemos nos esconder. Os óculos existem para (claro) melhorar nossa visão, mas ao mesmo tempo nos embelezar e nos destacar das outras milhares de pessoas.

Dito isto, primeiríssimo tema: preto básico. Preto é uma cor maravilhosa, que permite uma infinidade de possibilidades. Foi-se o tempo em que um óculos preto era ‘nerd’, ou ‘chato’ ou pior ainda, ‘look escritório’. O bom dos modelos pretos é que você pode basicamente criar ao redor do look com estampas, acessórios divertidos, e contra balancear com os óculos pretos.

Um modelo meio aro como estes da foto, que poderiam ser discretos, ganham uma vida fabulosa quando investimos em uma bela make (sim, os óculos permitem make por debaixo das lentes!!!), e brincamos com maxi brincos cheios de volume justamente para equilibrar a leveza destes specs.

Óculos PB: não significa de forma alguma que você deva sair sempre de preto ou de branco. Pense nos detalhes coloridos dos óculos como detalhes mesmo, e busque na roupa um detalhezinho branco ou preto para dialogar com seus specs, assim você quebra a seriedade do look, mas continua na zona segura de saber que está ousando com parcimônia.

Agora se joga, experimente e ouse muito! Precisando de dicas a Stepper Eyewear tem um mix bacanérrimo de specs que são versáteis e super leves para usar do escritório à festa de gala, mesmo, basta criar o look com acessórios divertidos e muita personalidade.

Óculos metálicos

O minimalismo voltou?

Pensei bastante antes de escrever este texto. Eu sou favorável ao “mais é mais” e, no entanto, não posso negar que os óculos de metal estão fazendo um retorno ENORME e estão ganhando um espaço bem merecido entre nós amantes dos óculos.

O cenário atual no mundo dos specs é de metal minimal e sem gênero. A nostalgia reina neste meio onde o metal é o novo passe-partout do estilo contemporâneo. O metal é limpo, sofisticado, serve de dia e à noite e é para muitos designers, ‘genderless’. Quão contemporâneo é este debate, hein? O que está em jogo é a forma, seja ela linear, redonda, geométrica ou angular. As cores principais desta temporada são preto, ouro e prata, se for em metal precioso, melhor ainda.

O metal tem uma qualidade interessante porque esconde muito pouco do seu rosto e permite que você faça seu próprio estilo ao redor da armação. O metal é neutro, o metal é duradouro. Dito isto, um grande número de marcas incluíram um ou mais shapes de metal em seu mix nesta temporada. Embora o foco aqui sejam os óculos de receituário, os óculos de sol também participaram deste jogo. E, curiosamente, a maioria das formas se encaixa divinamente bem nos rostos de homens e mulheres.

Arquitetura e arte desempenham um papel importante

A marca francesa Face à Face desenhou um par inspirado nos traços do artista Sol Lewitt, considerado o fundador da arte minimalista e conceitual. Um excelente ponto de partida para nós. Outro par foi desenhado e nomeado em homenagem ao movimento De Stijl que ocorreu na Holanda, conhecido pela “universalidade através da redução dos elementos essenciais de forma e cor, simplificando as composições visuais ao mínimo: verticais e horizontais; reduzindo as cores às essenciais: pretas, brancas e primárias”. A marca espanhola Alfred Kerbs inspirou-se no móbile do artista Alexander Calder, um tipo de escultura em movimento feita com formas delicadamente equilibradas em fios metálicos. O modelo AIRPLANE, tem a leveza de um móbile, a liberdade de um avião, e a maestria de um equilibrista. Lool eyewear, uma marca jovem e promissora baseada em Barcelona, inspira-se na própria cidade para criar desenhos em chapas de aço. Seu design da série Tectônica é um grande exemplo de arquitetura em óculos. “Eles são trabalhados à mão, um por um em um processo técnico preciso, combinando o industrial, o manual, o homem e a máquina. As linhas de design refletem a nossa influência principal, o retrofuturismo infundindo desta forma sua personalidade única para todos e cada um de nossos peças.”

Vintage revisitado e reinterpretado

O metal tem sido usado há mais tempo do que o acetato, portanto, a história imortalizou uma série de figuras importantes usando pequenas e redondas armações metálicas. As marcas contemporâneas sabem disso, e reivindicaram esse traço. Os óculos da LGR eyewear são bem conhecidos por trabalhar desenhos vintage em suas formas modernas e contemporâneas, todas nomeadas em homenagem um país africano, de onde a maior parte da inspiração vem. Os óculos Transvaal são um excelente exemplo de um modelo bem ‘old-school’ trazido para 2017 de uma forma extremamente inteligente e fashion. Bravo! O modelo Driver Seat da nova iorquina Smoke x Mirrors é inspirado na cena do rock da Inglaterra do final da década de 1970. Simples e bacana. Club House do residente de Venice Beach, Garrett Leight, é uma coleção refinada que revisita os clássicos masculinos dos anos 80, mas desta vez, sem gênero.

 

Preciosos

Algumas marcas elevaram o nível trazendo metais preciosos para a discussão, deixando claro que os óculos têm sim qualidade de joia. Linda Farrow criou um aviador sofisticado que de longe parece quase um meio aro. A mistura elegante de titânio japonês com ouro branco equilibra e repagina um clássico do eyewear: o aviador. O Clairaut da Leisure Society é nomeado em homenagem ao astrônomo Alexis Clairaut. Este óculos possui um design de dois tons “óculos dentro do óculos” que é projetado habilmente usando 10 parafusos escondidos. O aspecto distinto do óculos é obtido através da escultura de blocos sólidos de titânio. Titânio 100% puro em prata 12k, ouro 18k, ouro rosa 18k combinados com ponteiras de titânio correspondentes. Individualmente numerados e manualmente produzidos no Japão, este é um exemplo puro de óculos-joia. A edição limitada Concorde, da francêsa Ahlem, é feita de Paládio mergulhado em 3 mícrons de ouro, seja branco, rosa ou amarelo.

 

Qual o melhor óculos para você?

Você que vive buscando os óculos perfeitos e mesmo assim não cansa de dizer que não achou nada bonito, confortável, acessível…nada que fosse perfeito. Vamos resolver isto, já! PLAY

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Resultado do sorteio Lunettic x BTE

Gatinhas, terminou hoje a promoção Lunettic x By The Eyewear.

Nossa campeã sortuda vai levar para casa dois pares de sua escolha, e ainda uma consultoria da nossa expert. Os óculos são da coleção 2016 da Lunettic e são todos inspirados em temas vinatage.

Parabéns Lu Lins (@lucienelins84)!!! Mostra pro mundo que os óculos são a cereja do bolo!

Dicas fáceis de estilo para quem usa óculos

Mari Flor da Rosa autora do site Closet da Mari ensina como usar óculos de dia e à noite, sem medo, sem preconceito e sem gastar muito. Aperte o PLAY!

Manual sobre: óculos

Nossa especialista responde às pricipais dúvidas referentes ao uso (correto) de óculos, seja de grau ou solar.

 

 

Saturnino Eyewear

Uma viagem ao redor do sol, partindo de Saturno.

É mais ou menos esta a vibe da marca Saturnino Eyewear fundada pelo músico Saturnino Celani, baixista renomado que tem no portfolio shows ao lado de personagens como Jovanotti, Stylophonic, Franco Battiato.

Ao que interessa: roqueiro, cool, fashion e usuário de óculos, vejam vocês. Saturnino ficou conhecido por usar armações bem cool no palco, veja, cool mas não extravagantes como as de Elton John. Flashforward e em 2014 resolveu lançar sua própria coleção, Saturnino Eyewear, que dialoga, e muito bem, com suas duas paixões: música e óculos.

A primeira coleção (que virou carro chefe) é inspirada nos planetas e satélites. Nenhuma armação é discreta, mas ao mesmo tempo não agride o rosto do usuário. O design é sim forte e marcante, mas a beleza está nos detalhes, bem peculiares.

A ponta das hastes, por exemplo (aquela parte que fica atrás da orelha) tem o formato de uma palheta. A ponte é um show à parte. Ao invés de faze-la de acetato, Saturnino usou um fio de guitarra. Cool demais! Alguns modelos têm um acabamento que lembra a textura de um disco de vinil.

Todos os modelos vêm com opções de lentes colorida, um detalhe bem descolado e bastante difundido dentre os músicos, e bandeira levantada aqui no BTE, já que as lentes coloridas são charmosas e podem ser usada durante o dia e à noite. Os modelos são todos unissex. A brincadeira com vermelho matte é um espetáculo, digno de um rock star.

Em busca dos óculos perfeitos

Conheça Paloma Oliveira artista multimídia, BASE Jumper (!!!), entusiasta de tecnologias free & open. Um emaranhado de informações e vontades. Uma mulher que não conhece limites, inquieta e agitada.

Sabe o que tem ocupado a mente dela nos últimos tempos? Os óculos!

Míope desde pequena Paloma sabe bem o que é usar óculos e fazer deles nosso melhor amigo. No entanto, (pasme) ela ainda não encontrou um par que seja adequado para a prática do esporte que ela mais ama: BASE jump.

O que é isto?

Com o tempo fui criando minha própria definição do que se trata o B.A.S.E. jump… Salto de b.a.s.e.: Lançar-se em direção ao vazio. Romper com a base. Desconstruir a verticalidade. Abranger as diversas, e incontáveis, dimensionalidades dos sentidos. Oposto ao monumento, ato de sentir-se pequeno em relação ao mundo, preenchido com vida. Colocar-se em osmose com o mundo. O ato que aciona a expansão de um corpo e que cobra essa expansão com moeda de risco. Um passo além da berlinda.
(…) a jornada de um sonho: aprender a voar.

Nossa protagonista, munida de conhecimento artístico e tecnológico, foi até a Red Bull Station ver se conseguia sozinha chegar ao desenho dos óculos perfeitos.

Será que ela resolveu esta equação?

 

Peso x Leveza

O seu drama não era o drama do peso, mas o da leveza. O que se abatera sobre ela não era um fardo, mas a insustentável leveza do ser.

A Insustentável leveza do ser

Milan Kundera

A aproximação do final do ano sempre invoca uma autorreflexão com questionamentos acerca de uma etapa que se encerra: e agora? Será que cumpri as metas deste ano? O que ”fazer” e pretendo “ser” no ano que vem? Será…? E se…? Quando? Estas reflexões que todos nós fazemos, em maior ou menor grau, conduziu-me a pensar em um tema que, neste ano, mais do que nunca, devido ao lançamento do BTE, sempre me acompanhou: até que ponto meus óculos me definem?

A resposta é simples: Não me definem… Mas através deles, eu me posiciono. Sou uma apaixonada por óculos ou, como dizem por aí, heavy user! Logo, afirmo: nenhum objeto externo é capaz de nos dizer quem somos. Mas com estas “ferramentas” podemos moldar quem queremos ser.

Pensando nesta proposta, e tendo em mente a responsabilidade e o “peso” de usar modelos exóticos, de buscar direcionar olhares, de querer que as pessoas pensem alguma coisa só de olhar para o meu rosto, revisitei a obra prima de Milan Kundera. A partir da dualidade unitária do Ser, daquele que sabe o que é, e daquele outro que surge da presença de uma entidade – neste caso, meus óculos – apresento o ensaio a seguir: .

“A leveza do rosto desnudo x o peso de um rosto cuja visão está restrita ao campo de uma armação. A leveza do ser como ele é x o peso de um rosto que se posiciona. A leveza de sermos iguais x o peso de buscar se destacar. A leveza de um balão x o peso dos óculos… tal é este ensaio, que busca equilíbrio, seja nas armações translúcidas, na paleta de cores pastel, na brincadeira das expressões”.

Um convite para pensar e, quiçá, em 2016, sair da sua zona de conforto e entrar para a turma dos que #UsamÓculosComOrgulho. Experimente uma armação nova busque ver o mundo com um outro olhar, ouse se apresentar de outra maneira, com uma cor ou um modelo novo no rosto.

Fica o convite. E se precisar de uma ajudinha, estou por aqui 🙂

Criativos em pequena escala: Ybirá

Criativos em pequena escala: o futuro do design no Brasil

O Brasil tem sido palco para a produção vinda de pequenos e jovens produtores que estão rompendo com o status quo do mercado e trilhando seu próprio caminho, no qual qualidade e localidade predominam sobre quantidade e internacionalização.

O mercado de óculos em especial tem percebido tal movimento com o aumento exponencial de marcas independentes que buscam atender consumidores com estilos próprios que não precisam mais se associar a marcas e nomes comerciais. São pessoas que se enxergam em marcas pouco exploradas, e que visam consumir produtos inusitados, com história, DNA próprio e é claro, qualidade.

Tendo em vista o poder do pequeno produtor em um mundo assolado por commodities e falsas propagandas, buscamos criar um diálogo entre duas marcas jovens que estão no apogeu deste novo mercado. A 80e8 é um estúdio de design criado por dois audaciosos designers que produzem móveis funcionais e confortáveis através da manipulação de materiais reciclados, inesperados, e ao alcance deles. Das raízes do tupi-guarani, surgiu a Ybirá, tradução para madeira no dialeto indígena. Ybirá é uma marca jovem no mercado de óculos, criada em Minas Gerais por um trio que acredita que há muito brasilianismo a ser impresso nas armações e nos rostos da pessoas. Com isto em mente passaram a produzir óculos usando madeiras brasileiras de certificação.

Assim como o índio respeita a natureza e com ela desenvolve uma relação e um sustento, a Ybirá existe sobre este mesmo alicerce: levar a natureza brasileira ao mercado ótico sem causar danos por onde passa. Além do quê todos os modelos são batizados com nomes vindos do idioma Tupi Guarani. Nenhum produto sintético é usando no processo de produção das peças. Cheia de estilo, a marca mineira não para de conquistar consumidores modernos e ousados.

Devido ao fato do trabalho desses designers ser manual, as possibilidades de experimentação em termos de materiais e processos criativos são infinitas. Através dos olhos destes jovens estamos testemunhando um retorno ao artesanato e um interesse crescente na versatilidade de materiais e técnicas de manipulação.

Graças à ousadia desta geração que quer menos do mesmo, podemos olhar com frescor ao mercado de bens de consumo e imaginar um futuro mais original e livre.

Detalhes

Olhar: Tatiana Viana

Direção de arte: Iza Dezon

Contraste: Tin Tin

Texto: Iza Dezon

Agradecimento híper especial

Antônia Almeida e Fabio Esteves do 80e8

Cassia Crepaldi da Ybirá


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