Performance Archives | By The Eyewear
Quer ganhar um par de óculos que flutuam?

Pode até parecer óbvio, mas até a Dragon resolver juntar funcionalidade e performance em um único óculos, não era. Até 2013 os óculos para esportes aquáticos (pasme) afundavam!

Dragon H20 Floatable é uma invenção tão fantástica e tão útil que nos perguntamos como vivíamos antes dela. São óculos pensados e criados para atletas, amantes da paria, e pessoas que fazem do mar seu escritório ou segunda casa. Para os Surfistas, os Wind surfers, os Stand Up peddlars, os praieiros. Os modelos floatable fazem isto mesmo, flutuam sem necessidade de nenhuma bóia ou cordão de segurança. A tecnologia usada na produção nos proporciona esta vantagem sem requerer acessórios extras, e tudo isto sem perder o design, a leveza e o fit da Dragon.

***Promoção encerrada***

Temos um vencedor. Parabéns Luiz Felipe! Queremos ver você fazendo o que mais ama com seu Dragon!
Verão já chegou, falta você ir à praia testar seu Dragon.

Como sempre, a Marchon e eu queremos você de óculos novo!!!

Quer ganhar e saír por aí dando uma de profissional na água? Então diga aí: Como sua performance fazendo o esporte aquático que você mais ama pode mudar se você tiver um Dragon H2O Floatable no rosto?

Para participar basta responder, aqui mesmo, na seção LEAVE A REPLY.

O resultado sai dia 22 de janeiro nesta página… Fique de olho!

Veja o regulamento neste link.

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Boa sorte!

xoxo

Detalhes

Olhar: Tatiana Setton e Camila Othon

Modelos: Tatiana Setton (@tatisetton) e Camila Othon (@camilaothon)

Cenário: Camburi e Baleia

 

Lixo para usar

Cyrus Kabiru sempre quis usar óculos, mas seu pai não achava graça e não via (pois não havia) necessidade daquilo no rosto do seu filho. A vontade virou uma obsessão que mais tarde desembocou em obra de arte.

Kabiru vive e cria em Nairobi. É um artista auto de data, que trabalha com pintura, escultura e desenhos, tendo o humor e a arte contemporânea como ponto de partida. Dado que ele se enxerga como um flaneur, o olhar dele para o mundo e do mundo para ele são um casamento vital. Não é de se estranhar que ele tenha se tornado mundialmente conhecido por sua série C-Stunners, uma produção contínua na qual dejetos são transformados em óculos.

As peças finais são híbridas e passeiam entre moda, wearable art e performance. São peças únicas. Cada uma é produzida juntando os diversos materiais como alumínio, cartolina, e plástico, resultando em obras divertidas, cheias de energia e atitude, que, de acordo com Kabiru retratam a energia e vitalidade da nova geração de Nairobi.

Os óculos proporcionam ao usuário uma nova lente e mudam a maneira como enxergam o mundo e claro, a maneira como se colocam.

Ao andar pela cidade com meus óculos os óculos vão chamar muita atenção, e se você estiver estressado e quiser evitar as pessoas, os óculos são o anteparo perfeito, focam e centralizam a atenção, você nem precisa se manifestar.

O que ficou dos desfiles de setembro

O que devemos levar da #NYFW

A Osklen de Oskar Metsavaht levou a NY a tribo indígena Asháninka, uma das maiores da América do Sul, que mora em comunidades que vão desde os rios brasileiros até as bacias hidrográficas nos Andes peruanos. A coleção segue na toada da discussão em torno do minimalismo, da natureza e da beleza sem esforço, mesmos conceitos apresentados no #SPFW.

Os óculos de sol foram de fato a cereja do bolo. Oskar desfilou peças leves, fluidas e com formas orgânicas, dignas de habitar uma floresta, com uma paleta de cor natural e acetatos translúcidos. Embora os modelos sejam grandes (alguns se assemelham às mascaras apresentadas pelo Gucci em 2014), a leveza está na cor e na translucidez.

As peças são maravilhosas, leves e femininas. Compõe sem nenhuma agressão.

Mudando completamente o foco….

Se viemos de uma coleção ‘natural’ focada na geografia e na história de tribos indígenas, fast forward para o futuro, o movimento e a tecnologia.

Opening Ceremony apresentou uma coleção de cair o queixo e se jogar na passarela, literalmente. A marca colaborou com o New York City Ballet e quem desfilou foram dançarinas. Não, na verdade elas não desfilaram, coreografaram diversas quedas na passarela aguçando a curiosidade dos convidados. “Serão estas modelos mesmo tão estabanadas”? Não queridinha, são performers! Ha!

Os movimentos chamavam a atenção, claro, mas o que de fato tirou o fôlego foram os óculos desenvolvidos em parceria com a sul Koreana, Gentle Monster (mesma marca por trás da collab com HBA, sobre a qual escrevemos).

A direção criativa do desfile estava pautada nos desenhos e na cultura do arquiteto Americano Frank Loyd Wright. Logo, formas arquitetônicas deveriam transparecer. Os óculos visitam design e técnicas usadas por designers no século 20 para criar móveis atemporais. As lentes redondas homenageiam os espelhos da década de 50.

O melhor de tudo? Os óculos estavam à venda durante o desfile através da Spring

Pausa e corte seco para uma mulher ultra feminina e mergulhada em uma fase ‘rosa’

Ícone de sofisticação, a grand dame Carolina Herrera conseguiu apresentar sua coleção no Frick Collection (primeira vez que isto acontece), deixando claro que suas produções deveriam se equiparar a obras de arte (point taken!)

O desfile explorou delicadeza, sensualidade e transparência moderada. Herrera acredita que sexy é ser sedutora e, para tanto, foco no mistério. Dito isto, as modelos revelavam sem revelar.

A poesia das roupas contrastava com a escolha dos óculos de sol. Os modelos são fortes, com cores vibrantes e acetato opaco. Lentes espelhadas e outras completamente escuras. Nenhuma fluidez. Peças modernas, muito rosa (claro), mas nada de outro mundo. Talvez a maior ousadia tenha sido na escolha da ponte alta.

The secret of being boring is to say everything.

 _ Herrera

Afropunk Music Festival

Já ouviu falar no Afropunk?

Sem causar muitos estardalhaço, o festival Afropunk Music Festival vem ganhado voz e corpo no Commodore Barry Park, no Brooklyn, como um festival da música alternativa de calibre internacional.

Construído sobre os pilares de igualdade e inclusão, com ênfase na diversidade, o conceito do festival em si estimula as pessoas a desfilarem suas identidades, tatoos, cabelos ultra trabalhados e óculos mega descolados.

A cada ano as atrações musicais ficam mais interessantes e as performances mais ousadas. Uma turma de peso tomou conta do groove do parque, dentre os quais: Lenny KravitzGrace JonesKelisLauryn HillGary Clark, Jr. Mas o que realmente chamou a atenção dos fotógrafos e da mídia em geral foram os looks bem criativos e cheios de atitude que por lá passaram.

BTE_Afropunk Music Festival

BTE_Afropunk Music Festival

BTE_Afropunk Music Festival

BTE_Afropunk Music Festival_Homem de óculos escuro e bandana

Photos: Kathleen Caulderwood, Village Voice


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